quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Festa de Natal: Participar ou não?

Se sentindo fora do lugar no Natal.

Nossa leitora Lu Cardoso pergunta:

Como proceder diante da Festa de Natal perante parentes incrédulos. Devo participar? Pois não gostaria.

Lu, se você não gostaria, então é seu direito não participar — seja Natal, Ano Novo, ou qualquer outra festa social. Porém se a sua questão é: "Fica mal se eu não participar? Tenho obrigação de estar lá por serem meus parentes?"

Vamos pensar sobre isso. 

Para uma pessoa que pensa, celebrar o Natal é uma agressão à sua inteligência. Não é nem por questão religiosa, mas por lógica. [Para quem não entende essa posição e não assistiu à mensagem de ontem, clique aqui.]

Portanto, na prática pode ser bem difícil você participar de uma coisa que você não acredita. Por exemplo, você deve comprar presentes de Natal para alguém querido na festa? E se alguém lhe der um, vai aceitar? E quando lhe desejarem "feliz Natal", você vai desejar de volta? É complicado. No mínimo hipócrita. Meu conselho? Melhor não participar.

Por outro lado, é pecado você estar em família, cear juntos, conversar? Claro que não. Talvez essa seja a única vez no ano que sua família se reúne. Sua não participação pode causar problemas com aqueles que não vão entender sua posição. Por exemplo, como uma esposa explicará ao marido, que ama o Natal, que não vai participar com ele nem fazer nada para a festa? Problema na certa.

Nesse caso, você pode decidir participar e olhar a ocasião como um evento familiar. Procurará não participar diretamente nas atividades natalinas, mas estará ali presente em respeito e consideração à família.

Portanto, é uma questão de fé. Cada um deve agir conforme a sua fé e consciência aprovam, sem ferir a Palavra de Deus.

P.S. Não me refiro aqui àquelas "festas" onde Natal é só uma desculpa para rolar todo tipo de bebedeira, farra, e outros tipos de coisas que pessoas de bom senso não devem participar, seja qual for a data.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Semana da Reconciliação: "O Construtor de muros"


 CONSTRUTOR DE MUROS

Ele era construtor de casas, porém, por um mero acaso, jamais havia construído um único muro em toda a sua vida. E isto acabou acontecendo em sua própria casa.

Ele e seu vizinho foram os primeiros a se mudar para aquele loteamento e, por anos, os únicos moradores daquele lugar. Tornaram-se mais que vizinhos, tornaram-se amigos. Não havia muro entre suas casas e as crianças brincavam livremente, tanto nos dois quintais quanto nos campos ao redor (ah! como a vida era simples e boa naquela época).

Porém, devido a uma discussão boba, ele decidiu que era hora de ter um pouco de privacidade e levantou aquele muro enorme.

Agora, cada vez que olhava para aquela parede fria, tentava se convencer que tinha sido melhor assim, mas, no fundo, jamais se acostumou com a nova "paisagem". Tinha saudades, mas, as coisas nunca mais voltaram a ser como antes.

Anos depois, seu filho se casou e construiu uma casa nos fundos do quintal. No começo foi tudo bem, mas um dia ele brigou com sua nora e, mais uma vez, decidiu construir um muro, separando as duas residências, "só para evitar novas brigas".

Por fim, acabou brigando feio com sua esposa e resolveu separar-se dela, mas, como não tinha aonde morar, decidiu dividir a sua casa em duas partes, mas, uma terrível solidão invadiu a sua alma e ele caiu de cama.

Sua esposa cuidou dele com tanto amor que as barreiras entre os dois logo se dissiparam. Então, ele mandou que retirassem as divisórias de dentro da sua casa. Voltaram a ser um casal, mas, ele não sarou.

Incentivado pela esposa, pediu que a nora viesse visitá-lo, pediu desculpas à moça e mandou que derrubassem aquele muro que a mantinha à distância. Voltaram a ser uma família unida. Sua saúde melhorou um pouco, mas ele ainda continuava doente.

Por fim, num esforço muito grande, com a ajuda da esposa, do filho e da nora, ele colocou uma escada sobre o primeiro muro que havia construído em sua  vida, chamou seu amigo, pediu-lhe perdão e, ambos, com a voz embargada de emoção, resolveram derrubar o muro e, em seu lugar, plantar uma cerca-viva bem baixinha, para que eles e seus netos pudessem transitar e brincar livremente, como seus filhos faziam no passado.

Quando todos os muros foram derrubados, ele saiu da cama e voltou a viver.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TUDO É UMA IDÉIA, UMA DIREÇÃO


[cego.jpg]
Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer. Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito: “Por favor, ajude-me, sou cego”.
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu: “nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras”. Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: “É primavera em Paris”. E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam…
Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas. É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos… Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai trazer um melhor resultado!
Participe do Congresso Empresarial – a Nação dos VENCEDORES
RIO DO SUL

O ALIMENTO DE JESUS


“E, entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come. Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.
Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.” João 4.31-34
Uma das razões do fracasso de muitos obreiros está na sua comida, ou seja, do que têm se alimentado.
Observe a qualidade do alimento de Senhor Jesus.
Em primeiro lugar, Ele se alimentava de fazer a vontade"daquele que o enviou". Esse é o feijão com arroz do evangelho, é a base que faz uma pessoa suportar o peso das lutas, tribulações, perseguições e calúnias que ela passará, inclusive quando estiver fazendo a obra de Deus.
Fazer a vontade de Deus nada mais é do que sacrificar a sua vontade, obedecendo a Palavra nas coisas mais básicas do seu dia-a-dia.
O relacionamento com Deus inclui jejuns, meditação diária da Bíblia e oração a todo tempo, às vezes até sem palavras, mas em pensamentos, buscando sempre saber qual é "a boa, perfeita e agradável vontade de Deus" para sua vida. Além de uma vigilância constante no que se fala, ouve, vê, pensa e sente.
Este é o alimento mais nutritivo que um ser humano pode ter para crescer espiritualmente saudável.
Em segundo lugar, o Senhor Jesus se alimentava de“realizar as obras do Pai”. Ele manifestava a fé com força total, curando libertando e anunciando as boas novas do reino dos céus.
Foi assim no início do ministério de muitos obreiros. Estavam fortes, saudáveis e prontos para a boa obra, mas com tempo começaram a se alimentar apenas com a prática das obras e não com a vontade de Deus, com isso foram se enfraquecendo e acabaram caindo pelo caminho.
Visto que, se não alimentarmos o nosso corpo ficaremos sujeito a todo tipo de doenças, e assim também com o nosso espírito, sem o alimento necessário ele estará sujeito aos demônios. Não é isso que temos visto nos últimos dias?
ATENÇÃO! OBREIROS E OBREIRAS, A PERGUNTA É:
QUAL TEM SIDO SEU ALIMENTO DIÁRIO?
Bispo Sergio Correa

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Não querem que você pense


Tenho pensado na minha maneira de agir... Salmo 119.59 

Eis aí algo raro. Reflexão. Considerar o resultado de nossas atitudes. Ver se o que temos feito tem funcionado. 

Hoje, mais do que nunca, as pessoas não são motivadas a refletir. Tudo é dado para elas já mastigado. “Esta é a roupa que você tem que vestir agora.” “Esta é a profissão que dá dinheiro.” “Estude isso.” “Estas são as últimas notícias.” “Esta é a sua religião.”

A moda é ditada por quem? E quem lhes deu o direito de dizer o quê e como me vestir?

Últimas notícias? Quer dizer que no mundo inteiro, entre tudo o que aconteceu hoje e está acontecendo com mais de 7 bilhões de pessoas, são estes os acontecimentos mais importantes para mim?

Infelizmente, no momento em que um jovem completa seu ensino médio, ele já foi programado para ser um robô. As escolas, onde supostamente as crianças são enviadas para aprender a pensar, tem promovido o contrário. Faça como é mandado, não pergunte por que.

Mas a culpa não se limita às escolas. É geral. Em casa, no trabalho, nas religiões, na televisão, nas músicas, na cultura em geral — as pessoas não são incentivadas a pensar. A maioria entre os poucos que pensam, não quer que todos pensem. Pensar é poder. Quanto menos gente pensando, mais poder para os que pensam.

Deus quer que você pense. “Pensem bem no que tem acontecido com vocês,” Ele diz em Ageu 1.5.

Somente através de uma fé que pensa se pode chegar a Deus, resolver problemas, emudar de vida.

Somente olhando para os frutos das suas atitudes, os resultados do que você tem feito, você pode mudar de direção e seguir um caminho melhor.

Mas enquanto você for um robô dos interesses dos outros, você não poderá contar com que há de mais poderoso dentro de você: o seu cérebro.

Pensar é poder.

BISPO MACEDO FALANDO DAS MURALHAS DE JERICO