sábado, 10 de dezembro de 2011

1ª Dia do Jejum de Daniel


E os céus se abrem...
“Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se Lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele.” Mateus 3.16
Não é para curioso ou aventureiro, nem para hipócrita, religioso ou carnal.
O Espírito de Deus é para os vazios, carentes e, sobretudo, sedentos da direção Divina. Para andarilhos em busca de algo superior a tudo o que este mundo tem oferecido.
Tudo bem. Jesus veio para uma missão especial. Mesmo assim, precisou pagar o preço. Sacrificou. Renunciou família, juventude, namoro e amizades para realizá-la. E se Ele precisou da direção do Espírito Santo para cumpri-La, imagine aqueles que desejam fazer Sua vontade e realizar a Sua obra!
Mas o melhor de tudo é que, antes mesmo de receber o Espírito Santo, Sua mente e coração já eram inspirados por Ele.
O mesmo acontece com todos os imbuídos na fé deste jejum de Daniel.
Você pensa que seu grande desejo de receber o Espírito Santo veio do nada? Não! Mil vezes, não!
Ele nasceu dentro de você por obra do próprio Espírito de Deus.
“...porque Deus é Quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade.”Filipenses 2.13
Por conta disso, assim como os céus se abriram sobre Jesus, também os mesmos céus se abrem sobre você para receber o Mesmo Espírito de Deus.
Afinal de contas, Ele é a promessa do Senhor Jesus para os Seus seguidores.
Provavelmente você não veja uma pomba descendo sobre sua cabeça, nem sinta coisa nenhuma ou nem mesmo fale em línguas estranhas. Não importa. Nada disso é relevante.
O importante é: se há renúncia total do mundo (jejum mental), e sinceridade na busca, então há fé. E se há fé, os céus já estão abertos sobre a sua cabeça.
Além disso:
“Os olhos do SENHOR passam por toda a terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle…” 2 Crônicas 16.9
Observação: Neste momento, procure um lugar isolado.
Em seguida, faça essa oração:
Meu Deus e meu Pai, em o Nome do Senhor Jesus Cristo, eu entro na Tua presença para buscar e receber a promessa que diz que nos últimos dias o Senhor derramaria o Teu Espírito sobre toda a carne.
João Batista ensinou que o Senhor Jesus é Quem batiza com o Espírito Santo. Então eu te suplico, meu Senhor, meu Salvador e meu Deus, batiza-me AGORA COM O TEU ESPÍRITO!
Amém.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Entre neste link e veja ao vivo a construção do templo de Salomão

http://www.otemplodesalomao.com/live.html

Entre neste link e veja ao vivo a construção do templo de Salomão 

As sete primeiras colunas já estão prontas

05/12/2011
As sete primeiras colunas do Templo de Salomão já estão prontas (foto acima). Foram concluídas no último sábado (03), devido à agilidade no processo construtivo e aos turnos de vinte e quatro horas ininterruptas. Mas não para por aí: nesta semana, estaremos preparando novos pilares que também começarão a “deslizar” (processo de forma deslizante).
Vale lembrar que estamos falando do processo estrutural, sendo ainda necessário o acabamento final destas colunas, pois serão “envelopadas” com as pedras vindas de Israel. Neste momento, elas estão sendo preparadas, para que no momento certo sejam aplicadas por meio do sistema de fachada ventilada – outra grande tecnologia aplicada ao Templo – que valorizará o aspecto estético e embelezamento das fachadas.
Separamos de forma especial, para compartilhar com os amigos (as) leitores (as), uma foto noturna (abaixo) da moldagem destas colunas.
Espalhe por aí

Festa de Natal: Participar ou não?

Se sentindo fora do lugar no Natal.

Nossa leitora Lu Cardoso pergunta:

Como proceder diante da Festa de Natal perante parentes incrédulos. Devo participar? Pois não gostaria.

Lu, se você não gostaria, então é seu direito não participar — seja Natal, Ano Novo, ou qualquer outra festa social. Porém se a sua questão é: "Fica mal se eu não participar? Tenho obrigação de estar lá por serem meus parentes?"

Vamos pensar sobre isso. 

Para uma pessoa que pensa, celebrar o Natal é uma agressão à sua inteligência. Não é nem por questão religiosa, mas por lógica. [Para quem não entende essa posição e não assistiu à mensagem de ontem, clique aqui.]

Portanto, na prática pode ser bem difícil você participar de uma coisa que você não acredita. Por exemplo, você deve comprar presentes de Natal para alguém querido na festa? E se alguém lhe der um, vai aceitar? E quando lhe desejarem "feliz Natal", você vai desejar de volta? É complicado. No mínimo hipócrita. Meu conselho? Melhor não participar.

Por outro lado, é pecado você estar em família, cear juntos, conversar? Claro que não. Talvez essa seja a única vez no ano que sua família se reúne. Sua não participação pode causar problemas com aqueles que não vão entender sua posição. Por exemplo, como uma esposa explicará ao marido, que ama o Natal, que não vai participar com ele nem fazer nada para a festa? Problema na certa.

Nesse caso, você pode decidir participar e olhar a ocasião como um evento familiar. Procurará não participar diretamente nas atividades natalinas, mas estará ali presente em respeito e consideração à família.

Portanto, é uma questão de fé. Cada um deve agir conforme a sua fé e consciência aprovam, sem ferir a Palavra de Deus.

P.S. Não me refiro aqui àquelas "festas" onde Natal é só uma desculpa para rolar todo tipo de bebedeira, farra, e outros tipos de coisas que pessoas de bom senso não devem participar, seja qual for a data.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Semana da Reconciliação: "O Construtor de muros"


 CONSTRUTOR DE MUROS

Ele era construtor de casas, porém, por um mero acaso, jamais havia construído um único muro em toda a sua vida. E isto acabou acontecendo em sua própria casa.

Ele e seu vizinho foram os primeiros a se mudar para aquele loteamento e, por anos, os únicos moradores daquele lugar. Tornaram-se mais que vizinhos, tornaram-se amigos. Não havia muro entre suas casas e as crianças brincavam livremente, tanto nos dois quintais quanto nos campos ao redor (ah! como a vida era simples e boa naquela época).

Porém, devido a uma discussão boba, ele decidiu que era hora de ter um pouco de privacidade e levantou aquele muro enorme.

Agora, cada vez que olhava para aquela parede fria, tentava se convencer que tinha sido melhor assim, mas, no fundo, jamais se acostumou com a nova "paisagem". Tinha saudades, mas, as coisas nunca mais voltaram a ser como antes.

Anos depois, seu filho se casou e construiu uma casa nos fundos do quintal. No começo foi tudo bem, mas um dia ele brigou com sua nora e, mais uma vez, decidiu construir um muro, separando as duas residências, "só para evitar novas brigas".

Por fim, acabou brigando feio com sua esposa e resolveu separar-se dela, mas, como não tinha aonde morar, decidiu dividir a sua casa em duas partes, mas, uma terrível solidão invadiu a sua alma e ele caiu de cama.

Sua esposa cuidou dele com tanto amor que as barreiras entre os dois logo se dissiparam. Então, ele mandou que retirassem as divisórias de dentro da sua casa. Voltaram a ser um casal, mas, ele não sarou.

Incentivado pela esposa, pediu que a nora viesse visitá-lo, pediu desculpas à moça e mandou que derrubassem aquele muro que a mantinha à distância. Voltaram a ser uma família unida. Sua saúde melhorou um pouco, mas ele ainda continuava doente.

Por fim, num esforço muito grande, com a ajuda da esposa, do filho e da nora, ele colocou uma escada sobre o primeiro muro que havia construído em sua  vida, chamou seu amigo, pediu-lhe perdão e, ambos, com a voz embargada de emoção, resolveram derrubar o muro e, em seu lugar, plantar uma cerca-viva bem baixinha, para que eles e seus netos pudessem transitar e brincar livremente, como seus filhos faziam no passado.

Quando todos os muros foram derrubados, ele saiu da cama e voltou a viver.