segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TUDO É UMA IDÉIA, UMA DIREÇÃO


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Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer. Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito: “Por favor, ajude-me, sou cego”.
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu: “nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras”. Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: “É primavera em Paris”. E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam…
Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas. É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos… Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai trazer um melhor resultado!
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RIO DO SUL

O ALIMENTO DE JESUS


“E, entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come. Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.
Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.” João 4.31-34
Uma das razões do fracasso de muitos obreiros está na sua comida, ou seja, do que têm se alimentado.
Observe a qualidade do alimento de Senhor Jesus.
Em primeiro lugar, Ele se alimentava de fazer a vontade"daquele que o enviou". Esse é o feijão com arroz do evangelho, é a base que faz uma pessoa suportar o peso das lutas, tribulações, perseguições e calúnias que ela passará, inclusive quando estiver fazendo a obra de Deus.
Fazer a vontade de Deus nada mais é do que sacrificar a sua vontade, obedecendo a Palavra nas coisas mais básicas do seu dia-a-dia.
O relacionamento com Deus inclui jejuns, meditação diária da Bíblia e oração a todo tempo, às vezes até sem palavras, mas em pensamentos, buscando sempre saber qual é "a boa, perfeita e agradável vontade de Deus" para sua vida. Além de uma vigilância constante no que se fala, ouve, vê, pensa e sente.
Este é o alimento mais nutritivo que um ser humano pode ter para crescer espiritualmente saudável.
Em segundo lugar, o Senhor Jesus se alimentava de“realizar as obras do Pai”. Ele manifestava a fé com força total, curando libertando e anunciando as boas novas do reino dos céus.
Foi assim no início do ministério de muitos obreiros. Estavam fortes, saudáveis e prontos para a boa obra, mas com tempo começaram a se alimentar apenas com a prática das obras e não com a vontade de Deus, com isso foram se enfraquecendo e acabaram caindo pelo caminho.
Visto que, se não alimentarmos o nosso corpo ficaremos sujeito a todo tipo de doenças, e assim também com o nosso espírito, sem o alimento necessário ele estará sujeito aos demônios. Não é isso que temos visto nos últimos dias?
ATENÇÃO! OBREIROS E OBREIRAS, A PERGUNTA É:
QUAL TEM SIDO SEU ALIMENTO DIÁRIO?
Bispo Sergio Correa

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Não querem que você pense


Tenho pensado na minha maneira de agir... Salmo 119.59 

Eis aí algo raro. Reflexão. Considerar o resultado de nossas atitudes. Ver se o que temos feito tem funcionado. 

Hoje, mais do que nunca, as pessoas não são motivadas a refletir. Tudo é dado para elas já mastigado. “Esta é a roupa que você tem que vestir agora.” “Esta é a profissão que dá dinheiro.” “Estude isso.” “Estas são as últimas notícias.” “Esta é a sua religião.”

A moda é ditada por quem? E quem lhes deu o direito de dizer o quê e como me vestir?

Últimas notícias? Quer dizer que no mundo inteiro, entre tudo o que aconteceu hoje e está acontecendo com mais de 7 bilhões de pessoas, são estes os acontecimentos mais importantes para mim?

Infelizmente, no momento em que um jovem completa seu ensino médio, ele já foi programado para ser um robô. As escolas, onde supostamente as crianças são enviadas para aprender a pensar, tem promovido o contrário. Faça como é mandado, não pergunte por que.

Mas a culpa não se limita às escolas. É geral. Em casa, no trabalho, nas religiões, na televisão, nas músicas, na cultura em geral — as pessoas não são incentivadas a pensar. A maioria entre os poucos que pensam, não quer que todos pensem. Pensar é poder. Quanto menos gente pensando, mais poder para os que pensam.

Deus quer que você pense. “Pensem bem no que tem acontecido com vocês,” Ele diz em Ageu 1.5.

Somente através de uma fé que pensa se pode chegar a Deus, resolver problemas, emudar de vida.

Somente olhando para os frutos das suas atitudes, os resultados do que você tem feito, você pode mudar de direção e seguir um caminho melhor.

Mas enquanto você for um robô dos interesses dos outros, você não poderá contar com que há de mais poderoso dentro de você: o seu cérebro.

Pensar é poder.

BISPO MACEDO FALANDO DAS MURALHAS DE JERICO

sábado, 5 de novembro de 2011

O PASTOR E O FAROL MUITO FORTE


Havia uma pequena cidade do lado oeste dos Estados Unidos, às margens do Oceano Pacífico, próspera e progressiva. Não era grande, mas tinha ruas largas e limpas, parques arborizados e os bairros cresciam rapidamente.
A areia branca da praia era como um colar entre os verdes dos morros e o azul do mar. E era ali, no mar, que estava a riqueza do povoado: a pesca.
Cada noite, os barcos varriam as águas com suas redes, trazendo uma quantidade de peixes tão grande que muitas fábricas se instalaram por lá para industrializar e exportar o pescado.
Na entrada da baía, havia um farol antigo que por anos prestava o valioso serviço de guiar os pescadores nas noites escuras de tempestade, iluminando-lhes o caminho no mar.
Nesta cidade, havia também uma igreja, que era a única. O pastor lutava com todas as forças para conscientizar as pessoas do Evangelho e do Juízo de Deus. Poucos lhe davam atenção e menos ainda freqüentavam suas reuniões. Mas o homem não desanimava.
Levantava cedo e passava um bom tempo orando sobre o altar, visitava os doentes, atendia aos que lhe procuravam e ainda se incumbia de acender o farol todos os dias pontualmente às cinco da tarde.
A cidade crescia e os negócios aumentavam. Os barcos eram mais modernos e traziam cada vez mais peixes. O mar era mesmo abundante. Quanto mais barcos viam, mais peixes apareciam nas águas. Ninguém voltava de rede vazia. Noite clara ou escura, ao se puxar a rede, lá estava o valioso tesouro que movia a vida da cidade.
Numa radiante manhã de sábado, o pastor, já com certa idade, morreu. Com exceção dos membros da igreja, ninguém percebeu o fato. Sem chamar qualquer atenção para si mesmo, o laborioso soldado do Evangelho partia da mesma forma que havia vivido.
Sentindo aquela perda, os membros da igreja mandaram uma carta ao prefeito, pedindo-lhe que providenciasse outro pastor. Porém, nenhuma resposta lhes foi dada.
O prefeito era mesmo muito ocupado. Um grande mercado de pesca estava sendo construído para atender os compradores de toda parte. Eram, na maioria, representantes das grandes fábricas da América que vinham fechar lucrativos negócios. Havia também planos para uma nova escola e ampliação do hospital. Com tantos projetos importantes, era mesmo difícil conseguir a atenção daquele homem.
Quando tudo parecia ir bem, a pesca passou a ser escassa. As redes, que outrora vinham cheias, passaram a vir vazias. Em princípio não se deu importância ao fato, afinal os estoques estavam cheios. Mas, com o passar do tempo, o problema se agravou. Os barcos eram lançados ao mar, varrendo cada centímetro das águas, porém, sem obterem sucesso.
O mercado ficou vazio. As fábricas fecharam e os funcionários foram demitidos. A construção da escola foi adiada, bem como a reforma do hospital. Muitos especialistas foram consultados, mas em vão. Ninguém sabia, mas o fato era que o peixe já não vinha na rede.
Desesperados, os pescadores continuavam sua luta. Na esperança de uma mudança, saíam todas as noites para a pesca, e foi numa dessas noites que uma tempestade rapidamente se formou sem que eles notassem. Logo o mar estava revolto e o céu, coberto de nuvens, não trazia nenhuma luz. Sem visão para navegar, um dos barcos, surrado pelas ondas, foi atirado violentamente contra o farol, que, desde a morte do pastor, nunca mais fora aceso.
Na manhã seguinte, o prefeito estava desolado em seu gabinete. Ele havia tentado de tudo o que estava ao seu alcance, sem sucesso. Pensativo e cabisbaixo, avistou sobre a mesa a carta dos membros da igreja, a qual dizia:
“Senhor Prefeito, nós, os membros da única igreja da comunidade, informamos a Vossa Excelência o falecimento de nosso pastor. Em seu ministério, ele orava todos os dias pela nossa cidade e pedia a Deus que nunca faltasse peixe no mar.
Preocupado com os pescadores, também acendia todas as tardes o farol para guiá-los nas noites escuras. Nunca esmoreceu. Se não tivermos outro homem de Deus que abençoe a pesca e acenda o farol, os peixes vão escassear e, numa noite escura, nossos barcos correrão o risco de naufragar, lançados pelas ondas contra algum rochedo no mar.”
O prefeito encontrou assim a resposta que buscava. Os fatos agora eram claros e óbvios à sua frente. “Mas como nunca me dei conta deste homem e de seu trabalho?”, indagou o prefeito a si mesmo.
A partir daí, ele entendeu que o pastor era como o farol, que não lança a luz sobre si mesmo, mas sim sobre as ondas do mar para iluminar o caminho dos homens. Aquele trabalho anônimo era mesmo de extraordinário valor.
Assim deve ser o pastor, um farol aceso por Deus. Não ilumina a si mesmo em busca da glória do mundo, mas lança sua luz para mostrar aos homens o caminho de Deus. No seu clamor, bênçãos são alcançadas e problemas evitados.
Muitas vezes só nos conscientizamos disto quando os perdemos e nos defrontamos com os problemas. Aí, só nos resta aprender a lição da importância do clamor de um homem de Deus. Não é isso que diz a Palavra do Senhor?
“Busquei entre eles um homem que levantasse um muro, e se pusesse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que Eu não a destruísse, mas a ninguém achei.”(Ezequiel 22.30)
Colaboração: Júlio Freitas